Sozinho a desenhar


«Sim. Não. Sim. Não — sim.»

Posted in Papel por Hugo Torres em Abril 12, 2007

duas preocupações saíram da crónica de hoje, na Visão, de António Lobo Antunes:

1. a possibilidade de o ver desaparecer, tão rápido, quando conto apenas três dos seus livros na minha bibliografia pessoal (irrita-me isto da morte nas pessoas que vivem para sempre — preciso ter mais cuidado com Herberto Hélder) e, penso, tem ele ainda tanto para dizer (preocupa-me mais que o seu escrever, confesso — é algo em falta, o outro já é vasto);
2. o segundo dos meus órgãos afectado de forma permanente em pouco mais de duas décadas de existência: a vesícula, irremediavelmente hipo-qualquer-coisa. e eu que não sou nada hipocondríaco…

do tal cancro (sigo o Público): «Mói e mata. Mata. Mata. Mata. Mata. Levou-me tantas das pessoas que mais queria. E eu, já agora, quero-me? Sim. Não. Sim. Não — sim», escreve Lobo Antunes.

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