Sozinho a desenhar


«A razão na Filosofia»

Posted in Post-it por Hugo Torres em Agosto 20, 2007

O título deste post serve para nomear um dos capítulos do Crepúsculo dos Ídolos (1888), de F. Nietzsche¹. Sem mais delonga, aqui fica o que sublinhei – a Segunda e (parte da) Quarta teses (p.34), respectivamente:

As características que se atribuíram ao «verdadeiro ser» das coisas são do não-ser, do nada – construiu-se o «verdadeiro mundo» a partir da contradição com o mundo real: um mundo aparente, sem dúvida, na medida em que é apenas uma ilusão moral e óptica.

Dividir o mundo em «verdadeiro» e «aparente», quer à maneira do cristianismo, quer à maneira de Kant (em último termo, um cristão insidioso) é unicamente uma sugestão de décadence – um sintoma da vida moribunda

¹ cf. trad. Artur Morão, 1988. Lisboa: edições 70

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