Sozinho a desenhar


a crónica de um aperto anunciado

Posted in Papel por Hugo Torres em Agosto 25, 2007

Descobri-o no mesmo tempo do Público. Há anos. No início acrescentou-me vida aos olhos, às crenças e às vontades; mais tarde, já eu o sabia família, o deleite não nascia na divinização do autor, mas no cruzamento das suas palavras com – e o grifo é dele, claro que se lembram – o fio do horizonte. (Não sei até que ponto se inspirou na obra de Maugham para esta titulação.) Muitas vezes não concordei com os seus caminhos. Outras – muitas, muitas mais –, sim.

Vi-o, à minha frente – para não duvidar da sua existência no mundo aparente –, nas Correntes d’Escritas, Póvoa de Varzim, em 2006. (Numa conferência que comandava, do centro da mesa, um conjunto de escritores onde figurava o angolano Manuel Rui, entre outros que agora não lembro, e a plateia tinha lugar, mesmo nas minhas costas José Carlos Vasconcelos – se a memória não me atraiçoa.) Já aí não era surpresa o dia de hoje.

Obrigado pelos dias.

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