Sozinho a desenhar


instantes de autocarro

Posted in Papel,Post-it por Hugo Torres em Janeiro 2, 2008

Li pela primeira vez este poema, abaixo transcrito, a abrir um livro de crónicas de Joaquim Fidalgo, precisamente com o nome A Surpresa dos Instantes (2000). É da Sophia e está no primeiro tomo de versos desta menina do sol, da terra e do mar. E do branco. Nunca fui seu admirador profundo. Mas hoje a edição definitiva de Poesia (Caminho, 2003, mas antes em 1944) abriu-se nas minhas mãos: os temores de desinteresse seguem marcha, salvo uma ou outra excepção.

Pudesse eu não ter laços nem limites
Ó vida de mil faces transbordantes
Pra poder responder aos teus convites
Suspensos na surpresa dos instantes.

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5 Respostas to 'instantes de autocarro'

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  1. Eu tenho comigo o “Dia do Mar” de Sophia. Vou começar a ler hoje. Mas espero não ser tomada pelo desinteresse 😉

  2. Rui Afonso said,

    Ao contrário de ti, quase que idolatro a obra de Sophia. E tenho aqui uns livrinhos que te farão mudar de ideias 😉


  3. A tua memória é mesmo má…

  4. Hugo Torres said,

    Tens razão. Li pela segunda vez este poema no livro do Fidalgo. 🙂


  5. Lindo. Não conhecia esse… 🙂


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