Sozinho a desenhar


um, Sexta

Posted in Luiz Pacheco,Papel por Hugo Torres em Janeiro 10, 2008

Procurei, procurei, uma manhã inteira nisso, a procurar, na Baixa do Porto, livraria sim, alfarrabista sim, e encontrei um único – UM ÚNICO! – exemplar de Luiz Pacheco: Pacheco versus Cesariny (ed. Estampa, 1974). Fui em reportagem, a ver. Dois dias depois, já cidadão igual aos outros, não resisti. Fui lá e comprei-o. Na Poetria, ao pé do Teatro Carlos Alberto.

O resto conta-se amanhã, no Sexta, onde volto a partilhar páginas impressas com este camarada, com carinho e muito gosto.

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5 Respostas to 'um, Sexta'

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  1. José Pedro Monteiro said,

    Hugo, na fnac em braga tem o diário remendado, organizado pelo João Pedro George e o exercícios de estilo. Aliás, tinha, porque eu comprei o último exemplar. na fnac do chiado também tem os dois. quanto ao resto, é quase impossível mas disseram-me que ao sábado em lisboa, organizam uma espécie de feira do livro e é comum encontrar livros do homem.

    espero que ajude

    abraço

  2. Hugo Torres said,

    Na Fnac de Santa Catarina, no Porto, esboçaram um sorrisinho quando perguntei pelo Pacheco – até lhe sabiam o nome na ponta dos ouvidos, espantou-me. O mesmo na Leitura, hoje a maior livraria cá do burgo. Nem na Lello, com a comunicação directa entre o Pacheco e o livreiro a coisa mudava de figura.

  3. José Pedro Monteiro said,

    Depois de morto vai ser mais complicado. Mas talvez a estampa reedite os exercicios de estilo.

  4. Luiz Pacheco said,

    Pseudos…

  5. Luís França said,

    José Pedro Monteiro comentou a existência de uma feira que se realiza ao sábado em Lisboa onde é possível encontrar livros do Pacheco… Como Pachecómano anónimo, sempre à procura de mais uma dose, peço-te encarecidamente: de que feira falas? Onde se realiza? Obrigado!
    Provavelmente já saberão, mas está aí nas livrarias de todo o país o livro com uma selecção de entrevistas dadas por Luiz Pacheco, organizada por João Pedro George, o mesmo senhor que organizou o Diário Remendado, livro (o diário) que considero do melhor que se pode ler! Penso que também se encontra facilmente por aí. Quanto a reedições, quero acreditar que se fará algo nesse sentido, mas pode demorar muito tempo… Isto para não falar dos inéditos… em Coimbra, estiveram expostos vários volumes do diário do Pacheco, em posse do seu filho Paulo e espero que se considere uma edição cuidada. Por fim, sabendo que não é prático, relembro que a nossa biblioteca nacional (pelo menos em Lisboa) tem vários livros do Pacheco. Os mais dependentes têm sempre esse recurso. Leiam Pacheco! Perguntem por ele nas livrarias, chateiem, vamos convencê-los de que há que reeditar!


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